segunda-feira, 5 de setembro de 2016



MOBILIDADE URBANA

Primeiros (e únicos) responsáveis pelo planejamento urbano de Paraíso, os Engenheiros Adjúlio Baltazar e Waldir Lins e o agrimensor Adalcy Gomes já não existem mais. Eles foram os responsáveis pelo “esquadrejamento” das quadras centrais da cidade, quando dos seus primeiros anos de existência, isso nos idos de 1.959/1.960. De lá para cá, apenas “esticaram” as ruas e avenidas, sem qualquer preocupação com o crescimento populacional, por consequência, o “enchimento” dos seus espaços públicos. Consequências deste descaso são as principais avenidas da cidade, (Bernardo Sayão e Castelo Branco), que no momento de pico se tornam intransitáveis (tanto para veículos como para pedestres), sem contar que não se encontra um espaço livre para estacionamento, em todo o seu percurso, nestes horários, o que gera um prejuízo enorme ao comércio estabelecido em sua maior área comercial. O caos é geral, pois as demais vias de acesso a essas duas artérias também se preenchem.

A falta de rampas para portadores de necessidades especiais inexistem em quase toda a plataforma de uso para pedestres. O que se vê são inúmeras irregularidades de níveis, e pisos derrapantes.

É preciso repensar a estrutura de mobilidade urbana de Paraíso. Quer seja colocando as duas avenidas (Bernardo Sayão e Castelo Branco) em mão única inversa, com espaços maiores para estacionamentos e interligar os setores Alto Paraíso, Jardim Paulista e Milena com as demais avenidas que lhes possibilitem este acesso ao centro da cidade, ou que se estude uma melhor maneira de “desafogar” o trânsito em suas principais vias públicas. Os passeios públicos também precisam ser padronizados, obedecendo a normas técnicas de Engenharia e dotar, com qualidade e precisão, o serviço de sinalização em todo o seu perímetro urbano.

A arborização é outro aspecto a repensar. Tenho um conceito de que não adianta colocar vitrô em casa de palha, assim como não tem sentido fazer ajardinamento de canteiros imundos e descaracterizados. É um gasto desnecessário, desproporcional e infeliz. Não embeleza; apenas “mascara” o feio.

Para tudo isso existe soluções. Basta ter vontade política e empreendedorismo. O retorno vem com o crescimento da vinda de novos visitantes e de novos investidores.


PRECISAMOS MELHORAR NOSSA CIDADE.  NÓS QUEREMOS BEM MAIS PARA PARAÍSO.

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