MOBILIDADE URBANA
Primeiros (e únicos) responsáveis pelo planejamento urbano
de Paraíso, os Engenheiros Adjúlio Baltazar e Waldir Lins e o agrimensor Adalcy
Gomes já não existem mais. Eles foram os responsáveis pelo “esquadrejamento”
das quadras centrais da cidade, quando dos seus primeiros anos de existência,
isso nos idos de 1.959/1.960. De lá para cá, apenas “esticaram” as ruas e
avenidas, sem qualquer preocupação com o crescimento populacional, por
consequência, o “enchimento” dos seus espaços públicos. Consequências deste
descaso são as principais avenidas da cidade, (Bernardo Sayão e Castelo Branco),
que no momento de pico se tornam intransitáveis (tanto para veículos como para
pedestres), sem contar que não se encontra um espaço livre para estacionamento,
em todo o seu percurso, nestes horários, o que gera um prejuízo enorme ao
comércio estabelecido em sua maior área comercial. O caos é geral, pois as
demais vias de acesso a essas duas artérias também se preenchem.
A falta de rampas para portadores de necessidades especiais
inexistem em quase toda a plataforma de uso para pedestres. O que se vê são
inúmeras irregularidades de níveis, e pisos derrapantes.
É preciso repensar a estrutura de mobilidade urbana de Paraíso.
Quer seja colocando as duas avenidas (Bernardo Sayão e Castelo Branco) em mão
única inversa, com espaços maiores para estacionamentos e interligar os setores
Alto Paraíso, Jardim Paulista e Milena com as demais avenidas que lhes
possibilitem este acesso ao centro da cidade, ou que se estude uma melhor
maneira de “desafogar” o trânsito em suas principais vias públicas. Os passeios
públicos também precisam ser padronizados, obedecendo a normas técnicas de
Engenharia e dotar, com qualidade e precisão, o serviço de sinalização em todo
o seu perímetro urbano.
A arborização é outro aspecto a repensar. Tenho um conceito de
que não adianta colocar vitrô em casa de palha, assim como não tem sentido
fazer ajardinamento de canteiros imundos e descaracterizados. É um gasto
desnecessário, desproporcional e infeliz. Não embeleza; apenas “mascara” o
feio.
Para tudo isso existe soluções. Basta ter vontade política e
empreendedorismo. O retorno vem com o crescimento da vinda de novos visitantes
e de novos investidores.
PRECISAMOS MELHORAR NOSSA CIDADE. NÓS QUEREMOS BEM MAIS PARA PARAÍSO.

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